Este painel vale entender o que é é e para que servem.
Server Ports: Portas do Servidor para TCP e UDP (explicamos o que é cada uma delas, logo abaixo)
Server Listening port auto selection failure: Porta do servidor ao ler por seleção automática de falha (UDP)
Loogging: refere-se aos arquivos de LOG da sala, de que forma se quer receber os dados (básicos ou avançados, conforme o nível), a localização dos arquivos. Utilizando este console, é possível ter o acesso de tudo o que acontece na sala, com o arquivamento dos textos. Quanto maior o nível do “logging”, mais informações terão e priorização das mesmas.
Em Common, as opções Run Camfrog Server on Start Up, ou seja, ao ligar a máquina ele ligará junto; e a opção Run Camfrog as a System Service, que é Executar Camfrog como um serviço do sistema, ou seja, vai logar com a sala em um servidor de sistema.

Camada de transporte:
O TCP (transmission Control Protocol) de TCP/IP trabalha nesta camada que é um nível de transição, ou seja, o último dos níveis que gerência os pacotes de roteamento e a recuperação de erros. Ela adapta qualquer deficiência que não possa ser resolvida no nível de rede.
TCP E UDC:
O TCP (Transmission Control Protocol) e o UDP (User Datagram Protocol) percorrem encapsulados nos pacotes IP de modo a oferecer acesso a determinados programas (serviços) que estão sendo executados em dispositivos de redes remotos.
Depois que os dados chegam a um determinado nó, é necessário um mecanismo que possibilite o serviço adequado dentro de um dispositivo para receber dados. Para direcionar os dados para o programa apropriado, é necessário um outro nível de atribuição de endereços. Cada serviço disponível em um nó é acessado por um endereço exclusivo denominado porta (ou socket). estas são identificadas por um número decimal simples. Por exemplo a porta 25 é o SMTP. Estes números estão contidos nos cabeçalhos TCP e UDC dos respetivos pacotes, que estão encapsulados dentro de pacotes IP.
As diferenças entre TCP e UDC são as seguintes: O UDC assim como o IP são protocolos baseados em datagrama, ou seja, existe uma quantidade máxima de dados que podem ser enviados em uma transmissão simples, já o TCP é um protocolo orientado por fluxo, ou seja, os usuário não precisam se preocupar com o tamanho máximo da transmissão. O próprio TCP cuida de quebrar a transmissão em partes menores, retransmitir as partes perdidas, reordenar os dados entregues fora de ordem e filtrar as partes extra resultantes de transmissões com defeito. Um aplicativo que utilize TCP exige mais memória e largura de banda para garantir que a transmissão será concluída de modo adequado. Outra diferença entre eles é a confiabilidade. O UDP e um protocolo não confiável, isto não implica que não possa ocorrer uma transmissão confiável. O aplicativo que esteja utilizando o UDP fica completamente responsável pelas retransmissões, filtragem. Já o TCP/IP, como dito acima, já é confiável. É importante ressaltar que esta condição não implica que ele garanta a entrega dos dados transmitidos e sim que ele envia os dados. Se a conectividade da rede for preservada durante a retransmissão, os dados chegam em ordem e sem serem danificados, caso ao contrário esse fato é comunicado ao aplicativo que estiver utilizando o TCP.
Exemplos de aplicativos que utilizam UDP: NFS, RIP, TFTP ( Trivial File Transfer Protocol) e SNMP (Simple Network Management Protocol).
Exemplos que utilizam o TCP: FTP, Telnet, SMTP.
As sessões que utilizam TCP normalmente exigem que o usuário forneça login. Enquanto o UDC e o TCP foram mapeados como formas de atribuir endereços a serviços individuais dentro de um dispositivo de rede o IP é a forma de atribuir dispositivos específicos em uma inter-rede.
O TCP/IP é um protocolo flexível, rápido, com previsões para controle de rede. A interface com aplicativos é consistente, tornando estes independente de alterações nas camadas inferiores, e principalmente: O TCP/IP permite a ligação de hardware de fabricantes diferentes inclusive com tecnologias diferentes.
É importante ressaltar que os conceitos básicos de rede podem ser aplicados a qualquer família de protocolos, tais como: pacotes, protocolos, endereçamento, roteadores e nós de extremidade.



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